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Paulo Muzy
Médico CRM-SP 115.573

Paulo Muzy

Universidade Federal de São Paulo
​-Formado em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (Universidade Federal de São Paulo)
UNIFESP
Especialista em Ortopedia e Traumatologia UNIFESP 2007

Histórico

A Iniciação no esporte foi precoce, com menos de 2 anos de idade os pais o colocaram numa escolinha de natação e desde então ele transitou entre vários esportes como judô, Jiu-jitsu, basquete e até futebol de salão. Quando tinha 11 anos de idade com a necessidade de ganhar massa muscular devido ao esporte que praticava na época, o muay thai, iniciou a musculação. Naquele momento percebeu que o motor de qualquer esporte que ele quisesse praticar eram músculos, e músculos são estimulados a crescer e se desenvolver numa sala de pesos.

Ainda manteve outros esportes até 2004, período em que disputou campeonatos de jiu-jitsu defendendo a Escola Paulista de Medicina, mas já neste período, o interesse pelo treinamento resistido e desenvolvimento muscular o colocava muitos mais desafios e quebra cabeças interessantes do que qualquer outro esporte.

“Acho que musculação é meio assim mesmo… ninguém tem certeza porque iniciou, mas lembra quando… ninguém sabe por quanto tempo vai continuar, mas todos sabem porque continua. Eu continuo porque posso flexionar horário, técnica de treino, alimentação e suplementação e ainda posso ter o mesmo resultado ou outro resultado que desejar, desde que eu seja capaz de modular todas essas variáveis de uma forma coerente seguindo os princípios fisiológicos que irão estimular as vias metabólicas que eu selecionar em ordem de permitir a adaptação que eu deseje desenvolver.”

Paulo Muzy

Objetivo pessoal do seu médico:

1. Ter Clareza na escolha da técnica de trabalho.

2. Esclarecer sobre a importância que um treinador tem para o sucesso e a segurança de quem quer resultados. hoje sou categórico em afirmar que quem treina sozinho e sem orientação de um bom professor dificilmente atinge algum resultado. a experiência de consultório mostra que o treinamento acompanhado é o melhor ergogênico que existe porque nenhum produto que possa ser tomado é capaz de motivá-lo a treinar, manter a intensidade do treino adequada, orientar a forma de fazer o exercício, garantir que aquela ultima repetição seja feita e que o máximo de peso suportado seja utilizado.

3. Mostrar que treino bom com dieta ruim é o mesmo que não treinar, devido a liberação caótica de hormônios determinadas por uma dieta desequilibrada e desencontrada dos princípios metabólicos que compõe o resultado que se deseja. ter um profissional que acompanhe a nutrição de um atleta é o mínimo que se pode se esperar de bom senso de uma pessoa que preza pela sua saúde afinal de contas, treinamos somente uma hora por dia, mas nossa alimentação é feita das 23h restantes… se você tem um treinador para cuidar de de você em 1h de treino, não faz sentido você ter um nutricionista que cuide da sua rotina nas 23h restantes?

4. Se possível mudar a cara da atividade física no Brasil: O Brasil tem cultura de atividade física, mas não tem cultura de treinamento, ou seja: todo mundo faz qualquer porcaria, mas ninguém treina de verdade… bem orientado, com metas programadas, avaliações periódicas e demonstração de ganhos. Nos EUA por exemplo não há a cultura de atividade física: ninguém faz porcaria nenhuma, mas quando tem um que faz, este treina, porque está cansado de ver a própria propaganda americana dos “colleges”, dos campeonatos universitários e do próprio cinema americano mostrando que um campeão se faz, às custas de uma rotina de “Rocky Balboa”, muito diferente de uma rotina de meia dúzia de jogadores de futebol com vida de rock star, que apesar de campeões do mundo, são chegados à noitadas, churrascos, bebida e muita indolência… claro que não todos, mas infelizmente uma porção suficiente para deixar o futebol brasileiro um pouco menos brilhante do que a nossa torcida merece.

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